Soluções / Rede e conectividade

O híbrido se resolve na malha, não nas pontas.

Entre nuvens e entre a nuvem e o data center: caminho previsível, separado por criticidade e documentado. É a parte que ninguém vê até o dia em que ela falha.

Quando essa conversa aparece

  • A aplicação foi para a nuvem, o banco ficou no data center e tudo agora depende do caminho entre os dois.
  • O desenho da rede só existe na memória de quem montou.
  • Ambiente de teste e produção dividem o mesmo caminho.
  • A transferência de dado entre ambientes virou uma linha cara na fatura.

O que não abrimos mão

  • Tráfego crítico não divide caminho com o que não é crítico.
  • O desenho da rede existe em documento, revisado quando muda.
  • Acesso de pessoa e acesso de aplicação são coisas separadas.
  • Nenhum ambiente fica isolado por causa de um único caminho.

Como a malha é montada

Com o desenho na mesa

Quem fala com quem

Por onde passa cada conversa entre ambientes e com qual criticidade.

Fora de produção

Caminho de teste

A ligação sobe e é medida antes de receber qualquer carga real.

Em janela combinada

Troca do caminho antigo

A virada acontece com rota de volta pronta.

Depois de estável

Desenho entregue

Documentação, limites definidos e alerta no que importa.

Perguntas que sempre aparecem

A ligação entre os ambientes precisa passar pela internet?
Não. O caminho entre ambientes é dedicado e o tráfego é separado por criticidade — quem fala com quem fica definido no desenho, antes de subir.
Quanto custa o tráfego entre nuvem e data center?
Depende do volume e do sentido, e por isso essa conta entra no diagnóstico antes de fechar o desenho.
Precisamos trocar de operadora?
Nem sempre. Primeiro medimos o que o caminho atual entrega. Trocar é conclusão, não ponto de partida.
Quem opera a rede depois?
Você, nós, ou os dois — como em qualquer frente. O desenho é entregue documentado justamente para que a escolha seja sua.

O desenho da sua malha, na mesa.