Soluções / FinOps

Conta de nuvem não se corta no grito.

Custo por time e por produto, capacidade ajustada ao uso real e compromisso de consumo dimensionado pela sua curva. Economia que sobrevive ao trimestre seguinte.

Quando essa conversa aparece

  • O financeiro pediu corte e a resposta de onde cortar ainda é um chute.
  • A fatura chega em uma linha só e não dá para dividir entre times.
  • O ambiente foi dimensionado para um pico que aconteceu uma vez.
  • Há compromisso de consumo assinado e ninguém acompanha se ele está sendo cumprido.

O que não abrimos mão

  • Não cortamos o que sustenta a operação para melhorar um número.
  • Cada recomendação vem com o risco declarado.
  • As premissas ficam abertas: você refaz a conta sem a gente.
  • Economia comprovada na fatura, não em estimativa.

A régua do custo

Com a fatura aberta

De onde vem cada real

Quem consome o quê, em qual ambiente e a serviço de qual produto.

Com o desperdício na mesa

Corte do que não é usado

O que está ligado sem ninguém usar sai primeiro. É o corte de menor impacto.

Com a curva conhecida

Capacidade ajustada

O ambiente passa a ser dimensionado pelo uso real, e não pelo pico histórico.

Com o consumo estável

Compromisso dimensionado

Só depois de conhecer a curva vale assinar desconto por volume.

Perguntas que sempre aparecem

Vocês cobram percentual da economia?
Não. Cobrar sobre o corte cria incentivo para cortar o que não devia. O trabalho é cobrado pelo trabalho.
Isso é relatório ou é execução?
Relatório sozinho não muda fatura. Entregamos a análise e executamos a mudança, com o seu aval a cada passo.
E se a resposta for sair da nuvem?
Às vezes é. Às vezes é o contrário, e o caminho é usar melhor o que já está contratado. A comparação vem antes da recomendação.
Quanto dá para economizar?
Não damos esse número antes de olhar a sua fatura.

Traga a fatura.