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Private Cloud Starter.

Em 30 dias, sai do PPT e entra em produção: plataforma rodando sobre sua infraestrutura atual, um workload real implantado, fluxo de deploy padronizado, monitoramento ativo e equipe treinada. O resultado palpável que destrava conversa com cliente, liderança ou board.

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Hoje

  • deploy via ticket
  • scripts manuais
  • dependência humana
  • VM tratada como pet
  • monitoring fragmentado
  • drift entre ambientes

Em 30 dias

  1. GitOps configurado
  2. Observabilidade unificada
  3. RBAC e secrets
  4. Backup e DR testados
  5. Templates publicados
  6. Workload em produção

Quando faz sentido

Sinais de que essa é a sua oferta agora.

O Starter é o segundo passo natural depois do Assessment, ou um ponto de entrada para quem já tem clareza do destino. O foco é provar a tese com um workload real, não montar uma plataforma vitrine.

Escopo

O que está incluído nos 30 dias.

Plataforma instalada, documentada e operável pelo seu time. Tudo o que entregamos vira código versionado e runbook. Nada de “só o consultor sabe operar”.

  1. Plataforma instalada

    Cluster funcional sobre VMware, bare metal, Proxmox, Nutanix ou OpenStack, com storage class, ingress, DNS e certificados.

  2. Entrega contínua

    GitOps configurado com repositório padrão, environments separados, templates de aplicação e pipeline de exemplo.

  3. Observabilidade

    Métricas, logs e traces consolidados, dashboards principais e alertas essenciais ativos no dia 1.

  4. Segurança baseline

    RBAC, secrets, políticas básicas, image scanning e auditoria de acesso desde o início.

  5. Backup e DR

    Estratégia de backup, retenção e teste de restauração documentados e validados.

  6. Workload real em produção

    Uma aplicação representativa rodando com health checks, autoscaling, logs estruturados e pipeline de deploy.

Como funciona

Quatro semanas, objetivos por semana, pontos de validação.

Cronograma estável: preparação, instalação base, integração e piloto em produção. Sem trabalho invisível, sem surpresa na sexta-feira.

Semana 1

Preparação

  • Pré-requisitos validados
  • Acessos e topologia
  • Workload piloto definido
  • Plano de instalação assinado
Semana 2

Instalação base

  • Plataforma instalada
  • Storage class e ingress
  • DNS e certificados
  • Templates iniciais
Semana 3

Integração

  • Pipelines configurados
  • Observabilidade ativa
  • RBAC e secrets
  • Backup e DR testados
Semana 4

Piloto em produção

  • Workload promovido
  • Runbooks documentados
  • Treinamento do time
  • Handover assinado

Princípio do manifesto

O caminho não é big bang. É um workload real, uma equipe real e um resultado mensurável.

Próximos passos comuns

Conversar

Comece pelo diagnóstico.

A maioria dos projetos começa pelo Cloud Readiness Assessment — um diagnóstico curto, de baixo risco, que sai com um roadmap real para tudo que vem depois.